sexta-feira, 29 de abril de 2011

GASOLINA ESTÁ COM PROBLEMA SÉRIO -VEJA COMO RESOLVER



GASOLINA

(GNV, DIESEL e ÁLCOOL )




Como poderemos baixar os preços???



NÃO DEIXE DE LER ..



Você lembra do Criança Esperança?



A UNICEF e a Rede Globo ‘abriram as pernas’...
Foi a força da Internet contra uma FÁBRICA DE DINHEIRO que DESCOBRIU-SE
nunca chegar a quem de direito.
Então continue a ler .Não deixe de participar, mesmo que vc HOJE não
precise abastecer seu carro com gasolina!! Mesmo que você não tenha carro,
saiba que em quase tudo que você consome, compra ou utiliza no seu
dia-a-dia, tem o preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no
custo e conseqüentemente repassados a você.


Você sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo) a
gasolina custa R$ 1,45 o litro e *sem adição de álcool* . Na Argentina,
Chile e Uruguai que *juntos* (somad os os 3) produzem menos de 1/5 da
produção brasileira, o preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e
*s em adição de álcool*

QUAL É A MÁGICA ??

Você sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado aos "quatro
ventos" O Brasil já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo e possui a TERCEIRA maior
reserva de petróleo do MUNDO.

Realmente, só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,67 (cartel do DF) o
litro: a GANÂNCIA do Governo com seus *impostos* e a busca desenfreada
dos lucros
exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o
petróleo por ela mesma explorado nas "terras tupiniquins"

CHEGA !!!

Se trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.
Ou vamos esperar a gasolina chegar aos R$ 3,00 ou R$ 4,00 o litro? Mas ,
se você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover
alguma ação lícita, inteligente, ousada e emergencial.
Unindo todos em favor de um BEM COMUM !!!

Existia uma campanha que foi iniciada em Sã o Paulo e Belo Horizonte que
nunca fez sentido e não tinha como dar certo. A campanha: "NÃO COMPRE
GASOLINA" em um certo dia da semana previamente combinado não funcionou.

Nos USA e Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelo
próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias
de Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os
consumidores não continuariam "prejudicando a si mesmos" ao se recusarem a
comprar gasolina.. Além do que, se você não compra gasolina hoje... vai
comprar MAIS amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio consumidor, que
um problema para os vendedores.

MAS houve um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência
em "relações de comércio e leis de mercado", que pensou nesta idéia
relatada abaixo e propôs um plano que realmente funciona.
*
Nós precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras
de petróleo e derivados que são os **COMPRADORES** que, por serem milhões e
maioria, controlam e ditam as regras do mercado, e não os VENDEDORES que
são "meia-dúzia".* *
Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia,* *nós, os consumidores,
precisamos entrar rapidamente em ação!!* *
O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir* *é atingindo
quem produz,na parte mais sensível do corpo humano:* *o BOLSO.* *Será não
comprando a gasolina deles!!!*
*
MAS COMO ??!!** *
*
Considerando que todos nós dependemos de nossos carros, e não podemos
deixar de comprar gasolina, GNV, diesel ou álcool.* *Mas nós podemos
promover um impacto tão forte* *a ponto dos preços dos combustíveis
CAIREM,* *se todos juntos agirmos para*
*
FORÇAR UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS.*
*
É assim que o mercado age!!!*
*
Isso é Lei de Mercado e Concorrência*
*
Aqui está a idéia:*

*Para os próximo meses ( **junho/ julho / agosto de 2011**...) não compre
gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é
a* *PETROBRÁS (Postos BR).*
*
Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina,* *estará
inclinada e obrigada, por via de única opção que terá, a** **reduzir os
preços** de seus próprios produtos, para recuperar o seu mercado.*
*
Se ela fizer isso, as outras companhias* *(Shell, Esso, Ipiranga, Texaco,
etc...)* *terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem economicamente
e* *perderem suas fatias de mercado.* *
Isso é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer!**
CHAMA-SE LEI DA OFERTA E DA PROCURA*
*
Mas, para haver um grande impacto,* *nós precisamos alcançar milhões de
consumidores da Petrobrás.**
É realmente simples de se f azer!!
Continue abastecendo e consumindo normalmente!!* *Basta escolher qualquer
outro posto ao invés de um **BR (Petrobrás)**.* *Porque a BR?**
Por tratar-se da maior companhia distribuidora* *hoje no Brasil* *e
consequentemente com maior poder sobre o mercado* *e os preços praticados.*
*
Mas não vá recuar agora... Leia mais e veja como é simples alcançar milhões
de pessoas!!*

*
Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas.* *Se cada um de
nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos, dez pessoas a mais*
*
(30 x 10 = 300)*
*
e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez pessoas,* *(300 x
10 = 3.000),*
*
e assim por diante, até que a mensagem alcance os necessários* *MILHÕES de
consumidores!*
*
É UMA "PROGRESSÃO GEOMÉTRICA"* *QUE EVOLUI RAPIDAMENTE E QUE VOCE CERTAMENTE
JÁ CONHECE !!*
*
Quanto tempo levaria a camp anha?*
*
Se cada um de nós* *repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas* *A
estimativa matemática* *(se voce repassá-la ainda hoje)* *é que dentro de 08
a 15 dias,* *teremos atingido, todos os presumíveis* *30 MILHÕES* de
consumidores da Petrobrás (BR),*
(fonte da ANP - Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e
Biocombustíveis)
*
Isto seria um impacto violento e de consequências* *invariavelmente
conhecidas...**
A BAIXA DOS PREÇOS*
*
Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
Se isto fizer sentido para você,* *por favor, repasse esta mensagem,* *mesmo
ficando inerte.*


PARTICIPE DESTA CAMPANHA DE CIDADANIA ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS E OS
MANTENHAM EM PATAMARES RAZOÁVEIS ! ISTO REALMENTE FUNCIONA.
VOCÊ SABE QUE ELES AMAM OS LUCROS SEM SE PREOCUPAREM COM MAIS NADA!

O BRASIL CONTA COM VOCÊ!!!





--
Nel son Ananias
Fazenda Novo Paraiso
Colinas do Sul (GO)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

BRASIL- O PAÍS QUE MAIS RECUPERA PRESOS - VEJA A RAZÃO.

CÁRCERES BONS MESMO ERAM AQUELES DO BRASIL NOS ANOS 70 E 80, OS QUAIS, REALMENTE, REABILITAVAM AS PESSOAS! ENTRARAM: - GUERRILHEIROS, - TORTURADORES, - FRAUDADORES, - TRAFICANTES, - CORRUPTOS, - ESTUPRADORES, - LADRÕES, - ASSASSINOS - SEQÜESTRADORES, - TERRORISTAS, - AGITADORES SINDICAIS 'PELEGOS', - ASSALTANTES DE BANCO... E SAÍRAM: - GOVERNADORES, - MINISTROS, - PREFEITOS, - DEPUTADOS, - SENADORES, - DIRETORES DE ESTATAIS, - VEREADORES, - PRESIDENTES!!! DEPOIS DIZEM QUE A CADEIA NÃO RECUPERA!!! do: êtabrazil

domingo, 17 de abril de 2011

REVOLUÇÃO ARMADA

No Brazil, deve se pregar a revolução armada para derrubar as pessoas que são favoráveis às drogas, e abrir nova constituição para aquele país, com novatos deputados sérios e que querem o bem estar das pessoas.

No voto, considerando as circunstâncias atuais brasileiras, o país dos brasileiros irá afundar-se num buraco sem fundo, pois as drogas e dinheiro roubado estão comandando nas decisões do governo.

O MUNDO SABE DISSO.



A venda de armas de fogo não pode ser proibida no Brasil.Por ADILSON ABREU DALLARI - Prof. Titular de Direito Administrativo da PUC/SP

No Brasil, atualmente, quem quiser possuir legalmente uma arma de fogo de pequeno calibre deverá comprovar seus bons antecedentes e sua aptidão técnica e psicológica para isso, mas, também, terá que enfrentar um inferno burocrático e se submeter à rapinagem fiscal que assola o País. Todavia, se desejar possuir ilegalmente uma arma de qualquer calibre, não terá qualquer dificuldade e certamente gastará menos.

Ou seja, a legislação existente não impede que bandidos tenham armas e é suficientemente restritiva para impedir a compra massiva de armas pelas pessoas de bem. Não há risco algum de um armamento geral e irrestrito.

O debate sobre a compra de armas legais no Brasil está totalmente desfocado e misturado com a mesma questão nos Estados Unidos, onde a Constituição, expressamente, consagra o direito de ter e portar armas. Diante disso, nos Estados Unidos a discussão é no sentido da viabilidade jurídica do estabelecimento de controles, por lei, limitando um direito expressamente afirmado pela Constituição.

No Brasil, porém, ninguém discute a constitucionalidade da legislação que disciplina e restringe a posse e o porte de armas. O foco da questão, no Brasil, está na proibição total e absoluta da venda de armas, como estipula o art. 35 da Lei nº 10.826, de 22.12.2003. Uma coisa é limitar o exercício de um direito; outra coisa bem diferente é suprimir totalmente um direito.

Por exemplo, uma coisa é exigir que a pessoa esteja legalmente habilitada para dirigir automóvel; outra coisa é proibir a venda de automóveis.

Numa perspectiva puramente jurídica, pode-se afirmar, com segurança, que a venda de armas não pode ser totalmente proibida no Brasil, porque isso seria uma flagrante violação ao direito constitucionalmente assegurado a cada cidadão de proteger, com os meios para isso necessários, sua vida, sua incolumidade física, sua dignidade, seu patrimônio e sua família. Quem quer os fins, dá os meios.

Se assim não fosse, o art. 25 do Código Penal, que ampara a legítima defesa, seria inconstitucional.

Com efeito, não existe no ordenamento jurídico regra alguma no sentido de que cada um deve conformar-se, sem qualquer reação, em ser vítima de assalto, seqüestro, estupro ou assassinato, pois somente ao Estado cabe punir o criminoso. O dever do Estado de prover a segurança pública não significa proibição da segurança privada. Nem pode significar que esta somente pode ser provida por empresas de segurança.

Defender-se ou não, ter ou não ter uma arma, reagir ou não a uma agressão é uma opção pessoal. É absolutamente certo que a segurança pública não pode proteger toda e qualquer pessoa, durante 24 horas por dia.

Argumenta-se, porém, que a venda legal de armas deve ser proibida por causa do número assustador de homicídios, comprovado pelas estatísticas. Números, entretanto, nada dizem; precisam ser interpretados.

A grande maioria dos homicídios é praticada com o uso de armas ilegais. Por exemplo, o maior número de homicídio envolve pessoas do sexo masculino, entre 15 e 24 anos de idade. Ora, o art. 28 da Lei nº 10.826/03 veda a aquisição legal de armas por menores de 25 anos. É fora de qualquer dúvida que a proibição de venda legal de armas nada tem a ver com a criminalidade, pois bandido não compra arma em loja.

Os defensores do desarmamento das pessoas de bem alegam que isso diminuirá o homicídio fortuito, como é o caso de brigas de bar, de trânsito e decorrentes de violência doméstica. Para isso, entretanto existem remédios muito mais eficazes e respaldados pela ordem jurídica.

No Município de Diadema-SP o número de homicídios caiu vertiginosamente com o fechamento dos bares às 23 horas. No Jardim Ângela, que era o bairro mais violento de São Paulo, o índice de homicídios simplesmente desabou com medidas de caráter social, como a construção de centros de lazer, quadras de esportes, bibliotecas, escolas de música etc.

Note-se que a população dessas áreas é de baixa renda, totalmente incapaz de possuir armas legais, e onde, portanto a proibição de compra de armas legais não fará a menor diferença.

Na violência doméstica a predominância é de agressão física, surras, sem armas e a maioria dos homicídios acontece com o uso da prosaica faca de cozinha. E aí?

Seria o caso de defender o "espanca, mas não mata "ou de proibir a venda de facas de cozinha? No trânsito, a maioria das mortes se dá em acidentes com moto e com motorista alcoolizado. E nesse caso? Vamos proibir totalmente a venda de motos e de bebidas alcoólicas?

O que fica perfeitamente claro é que não se pode fixar a regra com base na exceção. Não faz sentido violar o direito constitucional à auto defesa em face de raros e eventuais casos fortuitos.

Que tal melhorar a educação?

Do ponto de vista jurídico, é certo que o Poder Público não pode criar restrições à liberdade individual senão na medida do estritamente necessário para proteger um interesse público, da coletividade. Atenta contra a ordem jurídica criar uma proibição sem correspondência com um interesse geral, pelo menos da maioria.

É um absurdo restringir uma garantia constitucional, prejudicando toda a coletividade, para proteger uma minoria, que pode ser protegida por outros meios.

Os Tribunais Superiores (inclusive o STF) já consagraram e aplicam cada vez mais o princípio da razoabilidade, decretando a nulidade de atos jurídicos desproporcionais, desarrazoados, absurdos.

Atenta contra a lógica e a sanidade mental desarmar as vítimas, para estimular os facínoras. A possibilidade de reação eficaz da vítima desestimula o criminoso, é, sim, um elemento de dissuasão, mas a certeza de que a vítima sempre estará inerme, totalmente indefesa, podendo ser assaltada ou estuprada sem risco, certamente aumentará a ocorrência de crimes.

A criminalidade já tem estímulos suficientes na incompetência da polícia, que esclarece a autoria de uma percentagem mínima de homicídios, e na espantosa impunidade decorrente da extrema generosidade da legislação penal.

O número de homicidas que estão na cadeia é ridículo quando comparado com o número total de homicídios. Pior que isso: a autoridade pública não consegue impedir nem mesmo o ingresso de armas (e celulares) nas prisões.

Em resumo, elimine-se o tráfico ilícito de armas, prendam-se os bandidos, aumente-se a eficiência da segurança pública e o cidadão pacífico e ordeiro não terá mais que preocupar-se com o exercício da auto-defesa.

No fundo, a proibição da venda de armas revela uma concepção totalitária do Estado, no qual a autoridade, discricionariamente, determina o que é bom e o que não é bom para cada súdito.

Esse posicionamento já tem justificado agressões à liberdade de imprensa e tem prejudicado o desenvolvimento científico, como é o caso das células tronco. O mais grave, porém, é a complacência com a violação ou o esvaziamento das garantias constitucionais. Amanhã, o que mais poderá ser proibido?



Fonte: www.ternuma.com.br

terça-feira, 12 de abril de 2011

LOUCO OU TERRORISTA? Pelo Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Repercute e abala a sociedade brasileira o desatinado ato do jovem que assassinou barbaramente inocentes alunos de uma Escola em Realengo. O porquê, ninguém sabe. Vasculha - se a vida do alucinado, e verifica - se que vivia obcecado e simpatizava com as bárbaras idéias apregoadas pelos terroristas religiosos. Por sua livre e espontânea vontade decidiu, na sua desvairada mente, ser o juiz e o carrasco, e imbuído desta “santa convicção”, foi até a Escola, e aterrorizou. Dizem, e os indícios apontam, foi um ato doentio. A mente já desvairada foi soçobrando, até que a razão foi – se, e deu lugar ao delírio da matança e prevaleceu à sanha da vingança, o desejo de punir, de matar. E, cruelmente, o abominável atingiu seus desejos de forma formidável. A pecha de louco, de paranóico, de esquizofrênico e de portador de outras doenças similares foram epítetos de uma gama de psiquiatras e psicólogos para a terrível figura. Era louco? Sim, inegavelmente. Tanto que se suicidou após o massacre. Era uma bomba humana? Sim, quando explodiu poderia ter matado apenas um ou dois estudantes, contudo, imolou a muitos, doze. No passado, tivemos semelhantes atos de terrorismo, felizmente, sem tantas vítimas. Mas, poderíamos ter assistido à destruição e ao luto de uma dezena, quiçá centenas de famílias, pois os autores colocaram bombas em locais públicos, sabedores que o seu instrumento de trabalho poderia matar, não apenas algum pretenso alvo, mas os populares no entorno. Assim, foram entre outros, os atentados de tresloucados (?): a explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, em 12/11/64; a explosão no Aeroporto de Internacional de Guararapes, em 25/07/66; a bomba que explodiu no QG do II Exército em São Paulo, em 26 /06/68; e a bomba jogada por terroristas embaixo de uma viatura da polícia, estacionada em frente da 9ª Delegacia de Polícia, em 07/01/69. Morreu alguém? Sim, no primeiro, o vigia Paulo Macena e seis inocentes foram feridos gravemente; no segundo, dois mortos e dezessete feridos; no terceiro, foi estraçalhado o corpo do jovem soldado Mário Kozel Filho e outros dois soldados gravemente feridos; e no quarto, morreu Alzira Baltazar de Almeida que passava pelo local. Infelizmente, a justiça não julgou os responsáveis, e nem vai julgá- los. Nunca. Se o fossem, seriam condenados? Seriam julgados incapazes por portarem algum abalo no sistema nervoso? Eram loucos? Ou terroristas? Acreditavam em alguma crença ideológica que os impelia a explodir, a quem quer que fosse, pelo simples desejo de cumprirem alguma gloriosa missão? Não consta que após seu ato vil tenham cometido suicídio. Perplexos perguntamos, qual é o tamanho da indignação nacional? Ah, concluímos que, diante de poucas vítimas, esboça apenas um leve muxoxo. Exigir justiça e clamar por medidas, só após serem contabilizados mais de dez, onze, doze... chacinados ou explodidos. É, meus preclaros, a justiça e a sociedade brasileira estão de mãos dadas, pois menos de dez mortos, uma ninharia, é mero acidente de percurso. Um caso deste pequeno porte, quando muito, a pena deve ser a prestação de serviço público, em algum Órgão do Governo, com remuneração, é obvio. É por isso, que vamos encontrar alguns daqueles desatinados, ocupando algum cargo no governo e nas autarquias. É a sanção pelo seu “idealismo”. Na verdade, eles foram condenados, e nós não soubemos (julgamento secreto?). Por isso, acertadamente, a Comissão da Verdade só irá destrinchar os abusos (?) cometidos pelo outro lado. Brasília, DF, 10 de abril de 2011 Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira (grifo deste Blog) ...