sábado, 25 de dezembro de 2010

TERRORISMO. Abre-se uma porta para o Terrorismo no Brasil




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OUTRA PROVA DA CHEGADA DA DITADURA NO BRASIL COM A CONTINUIDADE DO LULISMO, O DO 3º MANDATO DO LULA COM O RETRATO DE DILMA HOUSSEFF NA PAREDE. VÍDEO ABAIXO:




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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Bispo recusa homenagem do Senado em protesto contra aumento


21/12/2010 14h28 - Atualizado em 21/12/2010 14h53

Bispo recusa homenagem do Senado em protesto contra aumento
Dom Manuel Edmilson da Cruz receberia comenda de Direitos Humanos.
“Quem assim procedeu não é parlamentar, é para lamentar”, disse.


Eduardo Bresciani

Do G1, em Brasília

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Dom Manuel da Cruz durante sessão especial
no Senado Federal nesta terça-feira (21)
(Foto: J. Freitas / Agência Senado)



O bispo de Limoeiro do Norte (CE), Dom Manuel Edmilson da Cruz, recusou nesta terça-feira (21) receber uma comenda do Senado Federal. Ele afirmou que sua atitude era para protestar contra o aumento salarial de 61,8% aprovado pelos parlamentares em causa própria. A homenagem recusada por ele é a Comenda dos Direitos Humanos Dom Helder Câmara.

A recusa do bispo foi feita em um discurso no plenário do próprio Senado. Ele criticou os parlamentares por aprovar o aumento deste montante para o próprio salário. “Quem assim procedeu não é parlamentar, é para lamentar”, disse.

O religioso afirmou que a comenda que lhe foi oferecida não honra a história de Dom Helder Câmara, que teve atuação destacada na luta pelos direitos humanos durante o regime militar.


A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi Dom Helder Câmara. Não representa. Desfigura-a, porém. Sem ressentimentos e agindo por amor e por respeito a todos os senhores e senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la"Dom Manuel Edmilson da Cruz“A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi Dom Helder Câmara. Não representa. Desfigura-a, porém. Sem ressentimentos e agindo por amor e por respeito a todos os senhores e senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la. Ela é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão, à cidadã contribuinte para o bem de todos, com o suor de seu rosto e a dignidade de seu trabalho”, afirmou o bispo.

Ele destacou que o aumento dado aos parlamentares deveria ter como base o reajuste que será concedido ao salário mínimo, de cerca de 6%. “O aumento a ser ajustado deveria guardar sempre a mesma proporção que o aumento do salário mínimo e da aposentadoria. Isso não acontece. O que acontece, repito, é um atentado contra os direitos humanos do nosso povo”.

O senador José Nery (PSOL-PA) disse compreender a atitude do bispo. “Entendemos o gesto, o grito, a exigência de Dom Edmilson da Cruz”. Nery, que foi um dos três senadores a se manifestar na votação de forma contrária ao aumento, deu prosseguimento a sessão após a atitude do religioso.

Dom Manuel Edmilson da Cruz foi indicado para receber a comenda pelo senador Inácio Arruda (PC do B-CE). Além dele, foram indicados para a homenagem Dom Pedro Casaldáliga, Marcelo Freixo, Wagner de La Torre e Antônio Roberto Cardoso. Apenas este último também estava presente e discursou. Ele afirmou estar “incomodado” com a homenagem, mas disse a ter aceitado porque ela se enquadra dentro de um contexto histórico e de um reconhecimento ao trabalho de Dom Helder Câmara.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Do Brasil - Vemos que esse Pastor crê no Deus Verdadeiro. Pela suavidade do texto, e pelo amor demonstrado em suas palavras. concluimos isso.




EEEEEEEEttiaaaa América do Sul! Povinho danado de abençoado.

Ainda que com as tribulações, está, por enquanto, livre para pregar e ouvir pregações evangélicas. Ainda bem que Deus escuta essas orações. Concluimos isso.

Assista pra vê só:

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dilma Rousseff "organizou assaltos a bancos"TELEGRAMA CONFIDENCIAL DA DIPLOMACIA NORTE-AMERICANA




A diplomacia norte-americana afirmou em telegrama confidencial revelado pelo Wikileaks, que a presidente eleita do Brasil "organizou três assaltos a bancos", noticia hoje a imprensa local.



Numa outra ação durante o regime militar brasileiro (1964-1985), quando Dilma atuou em grupos de esquerda, a presidente eleita teria planeado um assalto ao cofre particular do ex-governador de São Paulo, Adhemar de Barros.

Dilma Rousseff nega ter participado de acções armadas quando actuou em organizações de esquerda contra a ditadura militar brasileira. Nos telegramas da diplomacia norte-americana, revelados pela organização WikiLeaks e publicados pela imprensa brasileira, há especulações sobre a personalidade da então ministra do Governo do presidente Lula da Silva e sobre os seus problemas de saúde (Dilma teve cancro linfático).

"Ela [Dilma] gosta de cinema e de música clássica. Perdeu peso recentemente, de acordo com relatos, depois de ter adoptado a mesma dieta do presidente Lula", diz um trecho de um dos telegramas. Num outro relato, a diplomacia faz um alerta sobre a sua "fama de ser teimosa, uma negociadora dura e detalhista". E também ao cancro linfático de que Dilma Rousseff sofreu.


Tags: Dilma Roussef, WikiLeaks, Dilma Rousseff, Globo, Brasil


http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1731897


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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

LÓ foi despatriado e ainda ficou viúvo.


(OS HOMOSSEXUAIS ALEGAM SUAS RAZÕES, E MERECEM RESPEITO HUMANO, E CARECEM IGUALMENTE DA MISERICÓRDIA DE DEUS, MAS NA MAIORIA DAS VEZES, ELES EXTRAPOLAM. PENSAMOS NÉ!?!)

LÓ foi despatriado e ainda ficou viúvo.

O homem do sexo masculino está sempre correndo o risco de ser perseguido a todo instante.

Se um elemento que tenha feito a escolha pelo HOMOSSEXUALISMO for mal atendido por um funcionário público, este poderá ir para a rua antes de ir para a cadeia caso seja heterossexual. Imediatamente, o carente pelo atendimento passará a ser requerente e queixoso, e o funcionário público passará a ser queixado depois de passar por ex (eis) funcionário.

O queixado poderá ser intimado às barras da justiça para, em sua face (do queixado), o QUEIXOSO alegar que foi discriminado pelo queixado por ser o QUIXOXO homossexual.
Queixoso já está no vernáculo, queixado está em discussão. Mas aqui o queixado está em confusão.

LÓ, que morava em Sodoma, teve que sair às pressas de sua casa, e de sua terra, e de sua pátria e fugir para não ser bolinado pelos vizinhos, e, na fuga, além de ficar sem a mulher ainda teve que impetrar recurso á única e última instância pedindo mudança da Ordem do Supremo para que seguisse em outra direção, DO CAMPO DAS MONTANHAS PARA A CIDADE. E foi atendido.

LÓ no instinto de sobrevivência (LÓ era temente a Deus) sentiu que para onde havia sido mandado poderia morrer. Era sobrinho de Abraão. Não foi assassinado por ali afora, porque o Todo Poderoso atendeu seu pedido para ir a outra direção.

Hoje, os homens do sexo masculino, assim como eram LÓ e Abraão, precisam pedir a Deus para mudar constantemente a direção a seguir, visto que constantemente podem ser encarcerados caso recusem um PEDIDO DE CASAMENTO, se este for feito por um homossexual.

VEJAM QUE ESTÁ CHEGANDO NO BRASIL O “PNDH-3” Os pastores e os padres e os rabinos no Brasil que se cuidem.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

BRAZIL DO DEPUTADO PALHAÇO TIRIRICA -Agricultor constrói ponte e ‘proíbe’ carros da prefeitura e políticos no ES


Darsílio Schwanz diz que pediu ajuda do município durante cinco anos.

Santa Maria de Jetibá - BRAZIL- no Estado do Espírito Santo-

Ele gastou R$ 38 mil na obra para poder escoar produção até a cidade.

Agricultor construiu ponte sobre córrego e "proibiu" a circulação de carros da prefeitura e de políticos

(Foto: Darsílio Scwhanz/Arquivo Pessoal)O agricultor Darsílio Schwanz, 53 anos, construiu uma ponte na comunidade de São Sebastião, em Santa Maria de Jetibá (ES), depois de ficar isolado com a precariedade de uma ponte antiga feita de madeira, que impedia a passagem de carros e caminhões. A obra ficou pronta em junho, mas o que chamou a atenção da população local foi a recente placa que ele colocou ao lado da construção: "Ponte particular. Proibido passagem de veículos da prefeitura e políticos."

Schwanz disse ao G1 que tentou conversar com a administração municipal para tomar providências sobre a ponte, mas não obteve resposta. "Foram quase cinco anos de negociação com o prefeito, com a secretaria de obras. Eles nunca me disseram que não poderiam fazer a obra, sempre diziam que estavam estudando a possibilidade. O tempo passou e nada foi decidido."

Agricultor Darsílio Schawnz (dir.) e o pedreiro

Reinaldo Schwambach (esq.) ao lado da ponte

(Foto: Darsílio Scwhanz/Arquivo Pessoal)O agricultor afirmou que, por ter necessidade diária de escoar a produção de legumes e verduras que planta em sua propriedade, não poderia esperar mais para solucionar o risco oferecido pela velha ponte. "Contratei um pedreiro, fui comprando material e fiz a obra por conta própria. Gastei R$ 30 mil de material e mais R$ 8 mil de mão de obra. Ficou melhor que obra pública."

Após a obra ficar pronta, Schwanz disse que passou a receber visita de políticos e de moradores. "Muitos me disseram que eu fui corajoso, mas não queria e não quero fama, apenas o direito de poder levar minha produtividade para ser vendida na cidade. Foi aí que resolvi colocar a placa. Já que a administração municipal não ajudou, não quero que se aproveitem da obra que fiz."

Detalhe da placa colocada pelo agricultor ao lado da ponte que ele construiu (Foto: Darsílio Scwhanz/Arquivo Pessoal)"Obra irregular"

Carlos da Fonseca, secretário interino de obras de Santa Maria de Jetibá, não soube informar se a obra da ponte foi registrada na prefeitura e se o agricultor tinha alvará para fazer a ponte. "Não sabemos informar isso, mas duvido que tenha alvará e que ela tenha sido feita com requisitos técnicos básicos. Acredito que a obra esteja irregular."

Fonseca aproveitou para devolver, em tom de piada, a mensagem deixada pelo agricultor na placa. "Isso pode ter sido um tiro no pé. Imagine se acontece a queda de um barranco na propriedade dele e ele precise de ambulância. O socorro não vai poder entrar porque ele proibiu. Claro, estou fazendo piada e ele vai continuar a ter acesso a serviços públicos da prefeitura normalmente."

O secretário interino disse que Schwanz recebeu o posicionamento da prefeitura sobre a impossibilidade de a obra ser feita em conjunto. Segundo ele, o protocolo feito pelo agricultor para a construção da ponte foi registrado em 2008. "Levamos o caso para o departamento jurídico da prefeitura, que avaliou ser impossível a prefeitura colaborar, de qualquer forma, com a construção daquela ponte, pois ela está em uma propriedade particular e só beneficia uma pessoa", explicou Fonseca.

Schwanz disse que mais de dez famílias usam diariamente a ponte para circular na região. "Além disso, trago negócios para a cidade e gero renda para a comunidade. Muita gente vem até minha plantação para comprar verduras comigo. A ponte tem mais valor do que a prefeitura imagina".

http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/12/agricultor-constroi-ponte-e-proibe-carros-da-prefeitura-e-politicos-no-es.html

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

FEDEM OS IMPOSTOS NO BRASIL - Lula DOBRA IMPOSTOS na CONTA DE LUZ

LEILA COIMBRA


DE BRASÍLIA

O peso dos tributos federais na conta de energia dobrou nos oito anos do governo Lula. A cada R$ 100 pagos em 2002, quase R$ 7 iam para a Receita Federal. Agora, em uma conta no mesmo valor, a fatia é de R$ 14.

O aumento dos tributos federais só não foi ainda maior porque nesse período a CPMF, que tinha peso de meio ponto percentual na conta, foi extinta.

A carga tributária total do setor elétrico saltou de 35,9%, em 2002, para 45% em 2008, segundo estudo da PricewaterhouseCoopers e do Instituto Acende Brasil.

Nesse período, a arrecadação cresceu 115%, ao passar de R$ 21,4 bilhões para R$ 46,2 bilhões -resultado de mais de 20 tributos e encargos sociais e setoriais.

"É um abuso arrecadatório. O setor elétrico virou um varal onde se pendura todo tipo de encargo", diz o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales.

Todos os tributos tiveram aumento de participação na fatura de energia, mas o maior peso recai sobre o PIS/Pasep e a Cofins, cujo regime de cobrança mudou entre 2002 e 2004.

"Antes era 3,65% em toda a cadeia de forma cumulativa. Mudou para incidência não cumulativa. Teoricamente, era para ser melhor, mas acabou subindo para 9,25% do total", diz Sales.

Durante a campanha, a presidente eleita, Dilma Rousseff, prometeu acabar com o PIS/Cofins sobre o setor elétrico, de saneamento e também transportes.

Mas a Folha apurou que no governo essa hipótese é considerada inviável, pois poria em risco o equilíbrio das contas. Isso porque os dois tributos são recordistas em crescimento de arrecadação em 2010, com alta de 18% sobre o ano anterior, em média. E respondem por 33,83% do total de tributos administrados pela Receita.


JUSTIÇA

A cobrança do PIS/Cofins no setor elétrico foi questionada judicialmente, mas em setembro o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu pela legalidade da cobrança.

Consumidores questionaram o repasse às faturas. Para eles, as concessionárias deveriam absorver sozinhas o aumento do custo com a mudança do regime de tributação. Se as empresas de energia perdessem a disputa, teriam de devolver cerca de R$ 27,5 bilhões aos clientes.

Mas não só os tributos federais pesaram no bolso do consumidor de energia elétrica. Cerca de 14 encargos, exclusivos do setor, estão embutidos nos preços da energia elétrica.

Alguns deles já deveriam ter sido extintos, mas foram prorrogados. A RGR (Reserva Global de Reversão), por exemplo, já foi estendida uma vez e a previsão é que acabe no fim deste ano. Como financia o programa Luz Para Todos, que foi prorrogado para o próximo ano, deverá ser estendida também.

Outro exemplo é a CCC (Conta do Consumo de Combustível), usada para subsidiar a tarifa da região Norte, onde a geração é térmica. Em vez de ser extinta, a cobrança praticamente dobrou de 2009 para 2010.

Outro fator que tem impacto nas tarifas é o custo do sistema de transmissão, que cresceu 500% em dez anos. Esse foi o preço para expandir a malha nacional, já que em 2001 o Brasil sofreu um "apagão" porque não tinha transmissão suficiente para trazer energia do Sul para o Sudeste.

http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2010/12/06/tributos-na-conta-de-luz-dobram-sob-governo-lula.jhtm

Título e Fotos: colocados por este blog.



VAMOS ÀS PROMESSAS.
Veja abaixo, separadas por áreas, as promessas de Dilma Rousseff:




SAÚDE

1. Melhorar todo o sistema de saúde.

2. Fazer 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 horas.

3. Construir 8.600 unidades básicas de saúde (UBSs) em todo o país.

4. Universalizar o SUS, garantindo mais recursos para o programa, e ampliar o número de profissionais.

5. Implantar o cartão do SUS, com o registro do histórico dos atendimentos.

6. Ampliar o Saúde da Família.

7. Ampliar as Farmácias Populares.

8. Ampliar o Brasil Sorridente.

9. Ampliar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

10. Valorizar práticas preventivas.

11. Garantir atendimento básico, ambulatorial e hospitalar altamente resolutivo em todos os estados.

12. Melhorar a gestão dos recursos.

13. Distribuir gratuitamente remédios para hipertensão e diabetes. Usar o programa Aqui tem Farmácia Popular.

14. Implantar a rede de prevenção de câncer em todo o país.

15. Ampliar a rede de atendimento para gestantes e crianças de até um ano. Criar clínicas especializadas, maternidades de alto e baixo riscos, UTIs neonatais e ambulâncias do Samu com mini-UTI para bebês, articulando essa rede ao Samu-Cegonha.

16. Articular uma rede integrada pública e privada, custeada pelo SUS, para tratar dependentes de crack. O SUS deverá dar acompanhamento psicossocial após a internação.

17. Dar atenção aos programas de saúde mental, especialmente tratamento de alcoolismo e dependência de drogas.

18. Acabar com as filas para exames e atendimentos especializados.

19. Criar cursos de capacitação para quem atende à população.

20. Ter autossuficiência científica na produção de fármacos.

21. Ampliar a fabricação de genéricos.

PROGRAMAS SOCIAIS E INCLUSÃO

22. Erradicar a miséria e conduzir todos os brasileiros ao padrão da classe média, melhorando a vida de 21,5 milhões de pessoas que ainda vivem na pobreza absoluta. Não foi fixado prazo.

23. Continuar reduzindo as desigualdades.

24. Ampliar programas, em especial o Bolsa Família, e implantar novos.

25. Ampliar o Bolsa Família para famílias sem filhos.

26. Ampliar as iniciativas de promoção de igualdade de direitos e oportunidades para mulheres, negros, populações indígenas, idosos e setores discriminados.

27. Lutar pela inserção plena de portadores de deficiências.

EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO

28. Aumentar para 7% do PIB os investimentos públicos em educação.

29. Erradicar o analfabetismo.

30. Dar prioridade à qualidade da educação.

31. Construir seis mil creches e pré-escolas.

32. Dar bolsa de estudos e apoio para que os alunos não abandonem a escola.

33. Dar especial atenção à formação continuada de professores para o ensino fundamental e médio.

34. Possibilitar que os professores tenham, ao menos, curso universitário e remuneração condizente com sua importância.

35. Manter um piso salarial nacional para professores.

36. Equipar as escolas com banda larga gratuita.

37. Construir mais escolas federais.

38. Proteger as crianças e os jovens da violência, do assédio das drogas e da imposição do trabalho em detrimento da formação escolar e acadêmica.

39. Construir escolas técnicas em municípios com mais de 50 mil habitantes ou que sejam polos de regiões.

40. Criar o ProMédio, programa de bolsa de estudo em instituições de ensino médio técnico, nos moldes do Universidade para Todos (ProUni).

41. Criar vagas em escolas privadas também por meio de financiamento com prazos longos e juros baixos. Se o aluno formado prestar serviço civil, terá desconto grande, chegando a 100% se for técnico de saúde.

42. Garantir a qualificação do ensino universitário, com ênfase na pós-graduação.

43. Expandir e interiorizar as universidades federais.

44. Ampliar o ProUni.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

45. Fazer a inclusão digital, com banda larga em todo o país.

46. Transformar o Brasil em potência científica e tecnológica.

47. Dar ênfase à formação de engenheiros.

48. Expandir recursos para pesquisa e ampliar as bolsas Capes e CNPq.

49. Ampliar o registro de patentes.

50. Privilegiar as pesquisas em biotecnologia; nanotecnologia; robótica; novos materiais; tecnologia da informação e da comunicação; saúde e produção de fármacos; biocombustíveis e energias renováveis; agricultura; biodiversidade; Amazônia e semiárido; área nuclear; área espacial; recursos do mar; e defesa.

ESPORTE E LAZER

51. Construir seis mil quadras poliesportivas em escolas públicas com mais de 500 alunos.

52. Cobrir quatro mil quadras existentes.

53. Investir na formação de atletas até 2014.

54. Construir 800 complexos esportivos, culturais e de lazer, em todos os lugares do país.

55. Ampliar o Bolsa Atleta e valorizar o profissional de educação física.

56. Criar o Sistema Nacional de Incentivo ao Esporte e ao Lazer.

COPA E OLIMPÍADAS

57. Fazer dos dois eventos um instrumento de inclusão social de crianças e jovens.

58. Qualificar jovens e adultos para atender às demandas criadas pela Copa do Mundo de 2014.

HABITAÇÃO

59. Vencer o déficit habitacional nesta década.

60. Contratar a construção de mais dois milhões de moradias no programa Minha Casa, Minha Vida.

61. Incluir eletrodomésticos e móveis na segunda fase do Minha Casa, Minha Vida.

62. Continuar a democratizar o acesso à terra urbana e a regularizar propriedades nos termos da lei.

63. Criar uma diretoria ou superintendência na Caixa Econômica Federal para investir em habitação rural.



URBANIZAÇÃO

64. Investir na prevenção de enchentes no país.

65. Gastar R$ 11 bilhões em drenagem e proteção de encostas, para combater problema da ocupação em áreas de risco.

66. Universalizar o saneamento.

67. Investir R$ 34 bilhões em obras de abastecimento de água e saneamento básico.

68. Empenhar-se para promover uma profunda reforma urbana, que beneficie prioritariamente as camadas mais desprotegidas da população.



SEGURANÇA E DEFESA

69. Construir 2.883 postos de polícia comunitária.

70. Fazer novo modelo de segurança inspirada nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio.

71. Continuar e ampliar o Programa Nacional de Segurança Pública (Pronasci), a Bolsa-formação e o Territórios da Paz.

72. Estimular políticas de segurança integradas entre estados, municípios e União.

73. Incrementar investimentos em infraestrutura nas áreas com maior índice de violência.

74. Fazer uma reforma radical no sistema penitenciário e mudar as leis processuais penais.

75. Reequipar as Forças Armadas e fortalecer o Ministério da Defesa.

76. Fortalecer a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública.

77. Dar mais capacitação federal nas áreas de fronteira e inteligência.

78. Ampliar o controle das fronteiras para coibir a entrada de armas e de drogas.

79. Comprar 10 veículos aéreos não tripulados produzidos em Israel.

80. Lutar contra o crime organizado, especialmente a lavagem de dinheiro, e o roubo de cargas.



TRANSPORTE E INFRAESTRUTURA

81. Modernizar o transporte público das grandes cidades.

82. Investir R$ 18 bilhões em obras de transporte público.

83. Implantar transporte seguro, barato e eficiente.

84. Ampliar o aeroporto Galeão/Tom Jobim, com a conclusão do terminal 2 e melhorias no terminal 1.

85. Fazer novos aeroportos em Goiânia, Cuiabá e Porto Seguro (BA).

86. Ampliar os aeroportos Afonso Pena (Curitiba) e Guarulhos.

87. Fazer nova pista no aeroporto de Confins (Belo Horizonte).

88. Construir o aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN).

89. Fazer o trem de alta velocidade (entre Rio e São Paulo).

90. Expandir e construir metrô nas principais aglomerações urbanas.

91. Ampliar o Trensurb em Porto Alegre.

92. Duplicar as rodovias BR-116 e BR-386, no Rio Grande do Sul.

93. Estender a rodovia BR-110 (RN).

94. Duplicar e melhorar as estradas: Manaus-Porto Velho, Cuiabá-Santarém, BR-060 em Goiás, BR-470 em Santa Catarina, BR-381 em Minas (de BH a Governador Valadares), BR-040 (de BH ao Rio).

95. Concluir a Via Expressa em Salvador.

96. Ampliar e modernizar os portos de Salvador, Vitória, Itaqui (MA), Suape (PE) e Cabedelo (PB).

97. Fazer 51 grandes obras viárias, como novos corredores de transporte, mais metrô e veículos leve sobre trilhos.

98. Eliminar os gargalos que limitam o crescimento econômico, especialmente em transportes e condições de armazenagem.

99. Investir em transporte de carga.



EMPREGO E RENDA

100. Continuar reajustando o salário mínimo acima da inflação.

101. Criar as condições para repetir a criação de 14 milhões a 15 milhões de empregos com carteira assinada.

102. Fazer do Brasil um país de pleno emprego.

103. Manter diálogo com os sindicatos para definir as grandes linhas das políticas trabalhistas.

104. Combater o trabalho infantil e degradante, especialmente as manifestações residuais de trabalho escravo.

105. Dar atenção especial ao acesso de jovens e de pessoas de segmentos mais discriminados ao mercado formal de trabalho.



IMPOSTOS

106. Reduzir a zero os tributos sobre investimentos para aumentar a taxa de crescimento do país.

107. Reduzir os impostos cobrados de empresas de ônibus, com obrigação de repasse do benefício para o preço das passagens.
108. Reduzir os impostos sobre empresas de saneamento para impulsionar mais obras de água e esgoto.

109. Reduzir os tributos sobre energia elétrica.

110. Reduzir os impostos sobre a folha de pagamento das empresas para estimular a geração de mais empregos.

111. Possibilitar a devolução imediata do crédito de ICMS às empresas exportadoras.

112. Incentivar uma reforma para simplificar os tributos, mesmo que seja feita de forma fatiada.

113. Trabalhar para acabar com a guerra fiscal entre os estados.

114. Defender a desoneração da folha de salários. Para não prejudicar o financiamento à Previdência, o Tesouro faria a reposição.

115. Trabalhar para garantir a devolução automática de todos os créditos a que as empresas têm direito. Possibilitar a devolução imediata do crédito de ICMS às empresas exportadoras.

116. Informatizar o sistema de tributos para alargar a base da arrecadação e diminuir a alíquota.



ADMINISTRAÇÃO

117. Combater a corrupção.

118. Ter critérios tanto políticos quanto técnicos para preencher cargos públicos.

119. Concretizar, com o Congresso, as reformas institucionais, como a política e a tributária.

120. Não promover a reforma da Previdência. Mas pode ser feito um "ajuste marginal".

121. Fazer o segundo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), com mais força nas áreas de habitação, saúde, educação e segurança.

122. Estimular a parceria entre os setores público e privado.



CONTAS PÚBLICAS

123. Não fazer ajuste fiscal (o clássico, com corte indiscriminado de gastos). Mas não abandonar a estabilidade ou o controle de despesas.

124. Fazer uma reforma do Estado para dar mais transparência ao governo e eficácia no combate à corrupção.

125. Elevar a poupança e o investimento público, estimulando também o investimento privado.



MACROECONOMIA E FINANÇAS

126. Manter o controle da inflação.

127. Manter o câmbio flutuante.

128. Trabalhar para reduzir fortemente os juros. Para isso, reduzir a dívida líquida em relação ao PIB para cerca de 30% em 2014.



INDÚSTRIA

129. Agregar valor às riquezas do país e produzir tudo o que pode ser produzido aqui.

130. Expandir a indústria naval.

131. Construir cinco refinarias, uma delas a Abreu e Lima (PE), com tecnologia de ponta.

132. Defender a abertura do capital da Infraero, mantendo controle estatal.

133. Rever o marco regulatório da mineração, para aumentar a arrecadação de royalties.



PEQUENAS EMPRESAS

134. Criar um ministério para pequenas e médias empresas.

135. Fortalecer a política de microcrédito.

136. Ampliar o limite de enquadramento no Super Simples e no Microempreendedor individual.

137. Estimular e favorecer o empreendedorismo, com políticas tributárias, de crédito, ambientais, de suporte tecnológico, de qualificação profissional e de ampliação de mercados.



PETRÓLEO

138. Defender tratamento diferenciado aos estados produtores na distribuição de royalties de petróleo.

139. Usar os recursos do pré-sal em educação, saúde, cultura, combate à pobreza, meio ambiente, ciência e tecnologia.

140. Com os recursos do pré-sal, tornar o Brasil a quinta maior economia do mundo.

141. Não privatizar a Petrobras e o pré-sal.



OUTRAS FONTES DE ENERGIA

142. Fazer uma política com ênfase na produção de energia renovável e na pesquisa de novas fontes limpas. Construir parques eólicos.

143. Desenvolver o potencial hidrelétrico do país.

144. Ampliar a liderança mundial do Brasil na produção de energia limpa.

145. Expandir o etanol na matriz energética brasileira e ampliar a participação do combustível na matriz mundial.

146. Incentivar a produção de biocombustíveis.



MEIO AMBIENTE

147. Reduzir em 80% o desmatamento na Amazônia.

148. Ter tolerância zero com desmatamento em qualquer bioma.

149. Incentivar o reflorestamento em áreas degradadas.

150. Antecipar o cumprimento da meta de reduzir as emissões dos gases do efeito estufa em 36% a 39% até 2020.

151. Dar prioridade à economia de baixo carbono, consolidando o modelo de energia renovável.

152. Considerar critérios ambientais nas políticas industrial, fiscal e de crédito.



REFORMA AGRÁRIA E AGRICULTURA

153. Reduzir as invasões no campo.

154. Não compactuar com invasões de prédios públicos e propriedades. Mas não reprimir manifestações de sem terra quando estiverem simplesmente fazendo reivindicações.

155. Intensificar e aprimorar a reforma agrária para dar centralidade na estratégia de desenvolvimento sustentável, com a garantia do cumprimento integral da função social da propriedade.

156. Ampliar o financiamento para o agronegócio e a agricultura familiar.

157. Assegurar crédito, assistência técnica e mercado aos pequenos produtores. Vai ampliar inclusive o programa de compra direta de alimentos do agricultor familiar, passando de 700 mil para 1,2 milhão de contemplados. Ao mesmo tempo, apoiar os grandes produtores, que contribuem decisivamente para o superávit comercial.

158. Incluir dois milhões de famílias de pequeno agricultores e assentados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

159. Dar mais apoio científico e tecnológico a organismos como a Embrapa.



IRRIGAÇÃO

160. Fazer 54 obras para melhorar os indicadores de saúde das comunidades ribeirinhas do Norte.

161. Construir sistemas de irrigação no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste.

162. Continuar a transposição das águas do Rio São Francisco.



FAMÍLIA E RELIGIÃO

163. Não mandar ao Congresso ou sancionar qualquer legislação que impacte a religião, como legalização do aborto e casamento homossexual.

164. Tratar o aborto como questão de saúde pública, atendendo às mulheres que tenham feito aborto e que estão com risco de morte.

165. Sancionar o projeto de lei complementar 122 (que criminaliza a homofobia) apenas nos artigos que não violem a liberdade de crença, de culto e expressão e demais garantias constitucionais individuais.

166. Fazer da família o foco principal de seu governo.

167. Não promover iniciativas que afrontem a família.

168. Fazer leis e programas que tenham a família como foco.

169. Defender a convivência entre as diferentes religiões.

170. Manter diálogo com as igrejas.



CULTURA

171. Fortalecer o Sistema Nacional de Cultura.

172. Ampliar a produção e o consumo de bens culturais com base na diversidade brasileira.

173. Dar meios e oportunidades à criatividade popular.

174. Ampliar os pontos de cultura e outros equipamentos.

175. Implantar o Vale Cultura.

176. Fortalecer a indústria do audiovisual nacional e regional em articulação com outros países, sobretudo do Sul.

177. Aperfeiçoar os mecanismos de financiamento da cultura.

178. Fortalecer a presença cultural do Brasil no mundo e promover o diálogo com outras culturas.



MÍDIA E LIVRE EXPRESSÃO

179. Não censurar conteúdo e rejeitar qualquer tentativa de controlar a mídia. Dilma disse que não apoia a criação de conselhos estaduais para acompanhar e fiscalizar a mídia. "Eu não concordo com isso. Eu repudio monitoramento de conteúdo editorial. Eu acho que isso não se pode criar no Brasil".

180. Dar garantia irrestrita da liberdade de imprensa, de expressão e de religião.

181. Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e social.

182. Fortalecer as redes públicas de comunicação e estimular o uso intensivo da blogosfera.

183. Ampliar o acesso aos meios de informação e comunicação por meio da internet, TV aberta e novas tecnologias.



POLÍTICA EXTERNA

184. Ampliar a presença internacional do Brasil, defendendo a paz, a redução de armamentos e uma ordem econômica e política mais justa.

185. Permanecer fiel aos princípios de não intervenção e direitos humanos.

186. Defender a democratização de organismos multilaterais como a ONU, o FMI e o Banco Mundial.

187. Manter a política de Lula, com diversificação de parceiros comerciais.

188. Manter olhar especial para África.

189. Continuar a integração sul-americana e latino-americana e a cooperação Sul-Sul.

190. Prestar solidariedade aos países pobres e em desenvolvimento.




(promessas)FONTE:




LULA É VAIADO




LULA É VAIADO EM BRASÍLIA POR ESTUDANTES



Lula enfrenta protesto de estudantes ao inaugurar memorial em Brasília

Apelidado de “beijódromo” por estudantes da Universidade de Brasília (UnB), o Memorial Darcy Ribeiro foi inaugurado na tarde desta segunda-feira (6) com protestos de militantes do PSTU, em Brasília.

Presentes ao evento, que ocorreu sob sol escaldante, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Uruguai, José Mujica, foram surpreendidos pelos manifestantes que utilizaram tambores, cartazes e palavras de ordem para chamar a atenção.


Lula não se manifestou sobre o protesto. Durante o evento, ele somente leu um discurso sobre Darcy Ribeiro, antropólogo, escritor, vice-governador do Rio e senador, morto em 1997.


O reitor da UnB, José Geraldo Sousa Júnior, foi um dos mais hostilizados pelos estudantes que exibiam cartazes com mensagens como “beijódromo construído em cinco meses, mas meu curso ainda não tem prédio”. Durante o discurso, o reitor foi vaiado e ouviu gritos de "UnB sucateada" e "chega de mentira".


Diante do embaraço causado na comitiva de Lula, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, chegou a tentar conversar com os militantes para evitar as manifestações. "A hora é de saudar o mestre Darcy Ribeiro", afirmou Ferreira.



O próprio presidente Lula foi alvo de protestos. Em meio a vaias e gritos, os manifestantes perguntaram: “Ô Lula, por que você mudou?” Houve ainda quem chamasse o presidente de “demagogo”.


Parte dos convidados que acompanhava a cerimônia próxima ao palco tentava reagir com aplausos aos pronunciamentos, mas os gritos e a batucada dos tambores sobressaíram, forçando a Polícia Militar a montar um cerco para evitar a aproximação dos militantes.

A rapidez na execução da obra foi utilizada pelos manifestantes para cobrar a construção de uma Casa do Estudante. A cerimônia foi realizada ao lado do memorial, em um terreno coberto de lama que causou transtornos aos convidados.
http://g1.globo.com/politica/noticia/2010/12/lula-enfrenta-protesto-de-estudantes-ao-inaugurar-memorial-em-brasilia.html

domingo, 5 de dezembro de 2010

O QUE FEZ O Cientista Carlos Souza, de 43 anos?

Quem é o cientista brasileiro que ensinou o gigante de buscas a acompanhar o desmatamento no mundo.

Carlos Souza, na floresta. Ele criou um sistema para monitorar, por satélite, os primeiros sinais de desmatamento.

A rotina profissional do cientista Carlos Souza, de 43 anos, é indecifrável para grande parte dos mortais. Seu escritório em Belém, no Pará, é repleto de computadores com telas grandes, que estampam mapas coloridos e imagens feitas por satélites. Suas conversas diárias com a equipe giram em torno de siglas incompreensíveis – como SAD e Prodes (dois sistemas de monitoramento por satélite). Desse mundo enigmático saiu a base de uma ferramenta crucial para o futuro das florestas. Ela é capaz de detectar os primeiros sinais de desmatamento nos mais remotos territórios da Amazônia. Até a semana passada, a plataforma estava disponível só para o Brasil. Graças a uma parceria entre Souza e o gigante de internet Google, países de todo o planeta vão poder vigiar suas reservas florestais. “É uma tecnologia nacional em prol da conservação no mundo”, afirma Tasso Azevedo, consultor do Ministério do Meio Ambiente.


O Google Earth Engine, como é chamada a plataforma, funciona como uma espécie de camada do Google Earth, a ferramenta que usa imagens de satélite para mapear a Terra. Baseia-se em 25 anos de dados coletados pelo Landsat, a maior série de satélites em órbita no Universo. O usuário entra na internet e digita o lugar e o período de interesse. Em segundos, o programa apresenta uma espécie de fotografia da área, inclusive do naco de floresta derrubada. Uma das ideias com o sistema é criar um ambiente virtual que permita aos leigos fazer análises do desmatamento de maneira colaborativa – uma rede social de monitoramentos. Hoje, o monitoramento por satélites é feito por dois centros: o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), do qual Souza é pesquisador sênior, e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Mas as informações ficam restritas aos cientistas. Com o Google, qualquer pessoa vai poder se tornar fiscal de florestas. E o tempo de análise de dados vai ser reduzido.

Souza começou a vigiar as florestas por acaso. Formado em geologia pela Universidade Federal do Pará (UFPA), sonhava em se especializar em prospecção de petróleo, um combustível fóssil poluente. Até que foi apresentado por um amigo aos criadores do Imazon. A conversa fluiu, e ele acabou enveredando para as causas ambientais. “Se não tivesse conhecido o Imazon, provavelmente estaria na prospecção do pré-sal.”

A parceria com o Google brotou em junho de 2008 do que Souza chama de “uma conversa de elevador”. Ele estava em Brasília para um workshop do Google sobre monitoramento de terras indígenas e puxou papo com Rebecca Moore, cientista da computação e gerente do Google. O resultado das conversas, a versão final do Google Earth Engine, foi lançado na quinta-feira passada em Cancún, no México, no encontro das 194 nações que tentam chegar a um acordo para conter o aquecimento do planeta. A data não poderia ser mais apropriada. Não há como chegar a uma solução para clima sem discutir a preservação das florestas tropicais. Árvores em fase de crescimento tiram da atmosfera o carbono, um dos gases que esquentam o planeta. Quando derrubadas, elas liberam os gases estocados. E o sistema criado por Souza (e endossado pelo Google) permite aos países combater com mais agilidade o desmatamento.

A derrubada de florestas já é responsável por 17% do total de emissões globais de gases do efeito estufa. Os negociadores do clima precisam aprovar um mecanismo que permita aos países ricos compensar as nações que reduzam o desmate. É a Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação, ou Redd. A conversa estava emperrada porque as nações ricas alegavam que as pobres não dispunham de uma ferramenta transparente, isenta e eficaz para comprovar a queda do desmatamento. Era verdade. Só o Brasil contava com a tecnologia de monitoramento. Com o lançamento do Google, a desculpa não faz mais sentido. “Já viramos a página do gargalo técnico”, afirma Souza. “A questão agora é política.”

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI192907-15227,00-O+GOOGLE+ACHOU+A+FLORESTA.html
Aline Ribeiro

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sábado, 4 de dezembro de 2010

FORÇAS ARMADAS: ACORDEM - Carlos Vereza -

Cadê as Forças Armadas ? A constituição está sendo continuamente desrespeitada por Lula e seus quadrilheiros; o governo flerta acintosamente com os piores ditadores do planeta; formata-se às claras, um regime comuno-sindicalísta, com ameaças nada veladas à liberdade de expressão; mensaleiros são absolvidos por juizes venais; o MST, promove a invasão de propriedades privadas, e o que vemos, estarrecidos, é o absoluto silêncio dos militares, que têm por dever a preservação das instituições democráticas!

Lembro-me, criança, minha mãe levava-me, orgulhosa, para assistir a Parada de Sete de Setembro. Todo ano. Eu, de fardinha branca, de maõs dadas com minha mãe, assistindo o desfile dos bravos soldados.

Mais tarde, já rapazinho, votando no Marechal Lott, homem digno, espada de ouro, que perdeu as eleições para Janio Quadros, acabando por levar o país à convulsão com a deposição do vice, João Goulart.

Os motivos alegados para a deposição de Jango, multiplicam-se, hoje, acrescentados pelo banditísmo do PT, que não hesita em quebrar todas as regras pela permanência no poder.

O povo, comprado em sua cidadania, apático, vota em troca de bolsas-anestesias, acreditando que "participa" da sociedade, aumentando a inadiplência, em prestações intermináveis, o que levará o país a uma crise semelhante à das hipotecas nos EUA.

Espero, sinceramente, que nossas Forças Armadas, intervenham, colocando alguma ordem no caos que, rapidamente, instala-se no Brasil!

http://carlosverezablog.blogspot.com/

http://carlosverezablog.blogspot.com/2010/11/forcas-armadas-acordem.html

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Presidente nacional da OAB pede anulação do Enem ao MEC


Presidente nacional da OAB pede anulação do Enem ao MEC

Motivo é vazamento da prova na Bahia.
MEC diz que não há motivo para anular a prova.

http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2010/12/presidente-nacional-da-oab-pede-anulacao-do-enem-ao-mec.html

01/12/2010 18h32 - Atualizado em 01/12/2010 18h39

Do G1, em São Paulo

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Ministro Fernando Haddad em encontro com o
presidente da OAB, Ophir Cavalcante, em 9 de
novembro (Foto: Fábio Tito/G1)O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, pediu nesta quarta-feira (1º) a anulação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ao ministro da Educação, Fernando Haddad.

A solicitação se baseia em levantamento feito pelo procurador da República Oscar Costa Filho, do Ceará, que mostra que a prova vazou antes de ser iniciada em Remanso, na Bahia, no dia 7 de novembro, segundo dia de aplicação do Enem. A documentação foi entregue por Costa Filho ao presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, na sede da Procuradoria Regional Federal da 5ª Região (CE) na terça-feira (30).

Entre os documentos está o relatório feito pela Polícia Federal em Juazeiro (BA), que reúne informações sobre o vazamento do tema da redação do Enem.

Uma professora que trabalhou como fiscal do Enem confessou à PF que viu um dos textos de apoio da redação, que falava sobre escravidão, ligou para o marido e contou o que viu. Ele fez pesquisas na internet sobre o assunto e passou informações ao filho, que fez a prova em Petrolina (PE). Os dois professores foram indiciados pela polícia. Em entrevista ao G1 na quinta-feira (25), o professor admitiu que vazou a prova. "Cometi um erro e vou pagar", afirmou.

saiba mais

Presidente da OAB diz que pedirá anulação do Enem por vazamento Procurador do CE entrega relatório sobre Enem ao presidente da OAB Ação sobre Enem pode levar uma década na Justiça, diz OAB 'Cometi um erro e vou pagar', diz professor indiciado por vazar Enem No ofício enviado ao MEC, Cavalcante afirma: "Em razão da conclusão da autoridade policial, e objetivando preservar os princípios constitucionais da igualdade, legalidade, impessoalidade e moralidade pública, revela-se imperiosa a anulação da prova do ENEM porquanto quebrada a paridade entre os candidatos".

Ao G1, o presidente da OAB disse que o vazamento é um fato grave. "Entendemos que isso é efetivamente uma hipótese de anulação. Até porque não se pode dimensionar a extensão disso. Se ficou restrito a uma pessoa, a mil pessoas, a um milhão de pessoas, mas o fato é um só, independentemente do número, houve a quebra do sigilo antes da prova ser realizada", afirmou Cavalcante.

Para o presidente da OAB, o caso é mais grave do que os erros no gabarito e na impressão da prova amarela, que levaram o MEC a convocar estudantes para fazer nova prova e para pedir a correção invertida do gabarito.

"É mais grave. Diz respeito à quebra do sigilo. Não tem como explicar do ponto de vista metodológico, educacional, que uma prova poderia aferir da mesma forma como foi aferido para aquelas que prestaram e tiveram problemas com a prova amarela. Isso é uma situação que parece muito objetiva. Vazamento houve ou não houve. Isso quebra ou não quebra o princípio do sigilo, da segurança e da própria moralidade pública", afirmou.

Na terça-feira, Oscar Filho disse que encaminhará o relatório à Justiça Federal para fundamentar a Ação Incidental Declaratória, solicitando por definitivo a anulação do exame, por "compreender que o concurso está viciado".

Procurado, o Ministério da Educação disse que mantém posição divulgada na última semana após o indiciamento dos professores que vazaram a prova.

Em nota divulgada em 24 de novembro, o MEC disse que o caso apurado pela PF é restrito a um estudante, que já foi eliminado. O ministério disse que o sigilo do tema da redação foi mantido, uma vez que a professora indiciada repassou o tema "O que é Trabalho Escravo", sendo que o cobrado foi "O Trabalho na Construção da Dignidade Humana."

O MEC manteve para o dia 15 de dezembro a aplicação do Enem somente para os estudantes que tiveram problemas com as provas amarelas registrados em ata pelos fiscais. Até o dia 23 de novembro, 2.817 alunos haviam sido identificados nesta situação.

Veja a íntegra do ofício enviado ao MEC pelo presidente da OAB:
“Senhor Ministro,

Ao tempo em que o cumprimento, informo que recebi do Procurador da República Dr. Oscar Costa Filho o Relatório Final elaborado pela Polícia Federal (Delegacia de Polícia Federal em Juazeiro/BA) nos autos do Inquérito Policial nº 0341/2010-4, instaurado para apurar a existência do crime de violação de sigilo funcional ocorrido na aplicação da prova do Exame Nacional de Ensino Médio - ENEM.

Segundo a autoridade policial, ‘o estudo das provas colacionadas ao apuratório não deixam dúvida que o vazamento existiu', especificamente em relação ao tema da redação e na cidade de Remanso/BA.

Em razão da conclusão da autoridade policial, e objetivando preservar os princípios constitucionais da igualdade, legalidade, impessoalidade e moralidade pública, revela-se imperiosa a anulação da prova do ENEM porquanto quebrada a paridade entre os candidatos.

Muito embora seja impossível mensurar a extensão do vazamento, considerando que várias pessoas (fiscais) manusearam a prova antes de sua aplicação, isso, no entanto, não desnatura o fato objetivamente posto - houve o vazamento.

Dessa forma, na visão da OAB é hipótese de anulação da prova, pelo que solicita as devidas providências de V. Exa. nesse sentido.

Sendo o que se apresenta para o momento, despeço-me e renovo protestos de estima e consideração.”