sexta-feira, 13 de abril de 2012

SÓ UM SALÁRIO MÍNIMO PARA TODOS A PARTIR DE 2015, É A META DO GOVERNO FEDERAL DO BRASIL. LEIA A MATÉRIA.

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13/04/2012 14h02- Atualizado em 13/04/2012 15h45

Governo propõe salário mínimo de R$ 667,75 para 2013

Valor consta na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias.Governo estima crescimento de 5,5% do PIB no próximo ano.

Alexandro MartelloDo G1, em Brasília

Para 2014 e 2015, estimativa para o salário mínimo é de R$ 729,20 e de R$ 803,93

A proposta do governo para a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2013, que está sendo enviada nesta sexta-feira (13) pelo Ministério do Planejamento ao Congresso Nacional, contempla um reajuste do salário mínimo dos atuais R$ 622 para R$ 667,75 a partir de janeiro do próximo ano, com pagamento em fevereiro.

O salário mínimo serve de referência para o salário de 47 milhões de trabalhadores no país. O percentual de correção do salário mínimo, pela proposta do governo, será de 7,35% no próximo ano.

Esse valor proposto para o salário mínimo em 2013, entretanto, ainda pode ser alterado no futuro, com base nos parâmetros estabelecidos para sua correção (crescimento do PIB do ano de 2011 e da inflação, medida pelo INPC, deste ano). No ano passado, o PIB cresceu 2,7% e, para a inflação medida pelo INPC, a previsão inicial do governo é de 4,5% para este ano.

Para 2014 e 2015, respectivamente, a estimativa do governo para o salário mínimo é de R$ 729,20 e de R$ 803,93, respectivamente.


PIB e inflação

A proposta do governo para a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2013 também traz uma estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da ordem de 5,5%, acima, portanto, da estimativa para este ano, que é de 4,5% de expansão. Para 2014, a previsão do governo para o crescimento do PIB é de 6% e, para 2015, de 5,5%.

"Com o movimento que a gente vem fazendo desde o fim do ano passado, de retomada do crescimento, com as medidas que foram adotadas naquele momento e estão sendo adotadas agora, mostrando impactos cheios no segundo semestre, e a recuperação internacional que deerá haver em 2013, achamos possível um crescimento 5,5% em 2013. Uma taxa de 4,5% neste ano e de 5,5% no ano que vem são obsessões da presidenta [Dilma Rousseff]. Com todas estas medidas, acreditamos que é possível fazer esta aposta", disse a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

Para a inflação, a estimativa da equipe econômica, que consta na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias, é de 4,7% para este ano e de 4,5% por ano no período de 2013 a 2015. A projeção tem por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Deste modo, o governo prevê um IPCA no centro da meta de inflação (4,5%) no ano que vem. O IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.


Superávit

A proposta do governo para a LDO de 2013 também prevê manutenção da meta de superávit primário, ou seja, a economia feita para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda, em 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB).

Isso equivale a um esforço fiscal de R$ 155,9 bilhões no próximo ano, sendo R$ 108,1 bilhões para o governo federal (2,15% do PIB) e R$ 47,8 bilhões (0,95% do PIB) para os estados e municípios.

O cenário previsto pela equipe econômica para a dívida líquida do setor público, na proporção com o PIB, é de 35,2% para o fim de 2012, de 32,4% para 2013, de 29,8% para 2014 e de 27,4% para 2015.


Juros

Para a taxa básica de juros da economia brasileira, que é definida pelo Banco Central a cada 45 dias, a previsão da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, divulgada pelo governo na proposta da LDO, é de 9,75% ao ano no fechamento de 2012, caindo para 9% ao ano no fim de 2013, para 8,5% ao ano no fechamento de 2014 e de 8% ao ano no fim de 2015.

Segundo a proposta da LDO, o ambiente macroeconômico previsto pelo governo considera uma progressiva queda das taxas de juros reais (após o abatimento da inflação prevista para os próximos 12 meses), em função dos "avanços estruturais" da economia brasileira, e a manutenção da política fiscal com geração de superávits primários.

Para a taxa de câmbio média, a previsão do governo, para 2012, é de R$ 1,76 por dólar, subindo para R$ 1,84 em 2013, para R$ 1,87 em 2014 e para R$ 1,88 na média de 2015.

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http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2012/04/governo-propoe-salario-minimo-de-r-66775-para-2013.html

Um comentário:

  1. Paulino de Oliveira13 de abril de 2012 19:16

    Um pouco melhor do que em Cuba, onde está o amor de dilma e ninguém lá tem salário, pois todos são escravos do goveno FidelinoCastrense. No Brasil todos serão quase PEDINTES (por enquanto). Pois em 2015 ningúem vai receber mais que um SALÁRIO MÍNIMO. já estará aí encaixada a DITADURA COMUNISTA DA DILMA no Brasil, quando será oficializada logo em seguida com a EXTINÇÃO DO SALÁRIO, e todos trocarão SERVIÇO POR ASSISTÊNCIA DO GOVERNO. O povo brasileiro terá remédo precário de graça, roupa e Comida de terceira DE GRAÇA. Isso será a ESCRAVIDÃO DO COMUNISMO NO BRASIL. TODOS SÓ TRABALHARÃO E NÃO RECEBERÃO NADA.

    Os aposentados serão extintos e não existirá mais aposetados do povão.

    (quem viver verá.)

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