quinta-feira, 22 de julho de 2010

Lula não corta Relações com Hugo Chávez da venezuela







Lula, Presidente do Brasil, mesmo sabendo da necessidade de se investigar sobre 1.500 (mil e quinhentos) guerrilheiros que estão dentro da Venezuela, e mesmo sabendo que a OEA empenha esforços para investigar e colaborar no combate aos narcotraficantes colombianos que atuam em terreno da venezuelano, e ainda, mesmo sabendo que Hugo Chávez, num patente ato de proteção e solidariedade aos narcotraficantes, cortou relações com a Colômbia, LULA CONTINUA MOSTRANDO AFEIÇÃO PELO DITADOR HUGO CHÁVEZ.

Num gesto que parece ser afronta aos Estados Unidos da América, o Presidente do Brasil Luis Inácio LULA da Silva, dispensa ao DITADOR HUGO CHÁVEZ da Venezuela o mesmo carinho, afeição e solidariedade que dá ao DITADOR DO IRÃ Mohammad Ahmadinejad.

Lula diz querer mediar acordo entre os dois países, mas o mundo ve tal atitude com reserva, tendo em vista que sua mediação entre Irã e os Estados Unidos foi esclarecida como concordância de Lula com o Irã na fabricação da bomba atômica.

Lula do Brasil continua desacreditado internacionalmente após o mundo ver a sua ligação com o Ditador do Irã Mohammad Ahmadinejad e outros ditadores como Fidel Castro de Cuba e Hugo Chávez da venezuela. Este intimida o povo venezuelano e a imprensa do país.

Lula que recebe proteção do Partido dos Trabalhadores (Brasil) tem dificuldades maiores por ser do conhecimento de todos a ligação do seu partido "PT" com as FARC. As FARC é uma organização criminosa que atua nos dois países Colômbia e Venezuela, sendo que 1.500 (mil e quinhentos) desses guerrilheiros é um dos motivos para o pedido feito pelo Presidente da Colômbia Alvaro Uribe à OEA para investigar e desarticular os criminosos. (MAS CHÁVEZ NÃO CONCORDA).

Vejam o texto abaxo que se encontra na internet desde as 14:45 horas de hoje


22/07/2010 14h45 - Atualizado em 22/07/2010 16h58

Venezuela corta relações com a Colômbia, afirma Hugo Chávez


Colômbia pediu comissão para apurar se Venezuela abriga terrorista.
Tropas venezuelanas estão em alerta na fronteira, afirmou presidente.










O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou nesta quinta-feira (22) que a Venezuela rompeu relações com a vizinha Colômbia.

Segundo Chávez, o motivo foi o fato de a Colômbia ter solicitou, na OEA (Organização dos Estados Americanos), a formação de uma comissão internacional para verificar a suposta presença de guerrilheiros colombianos em território da Venezuela.

"Não temos outra escolha senão, pela nossa dignidade, cortar totalmente nossas relações com a nação irmã da Colômbia", disse ao vivo na TV estatal, durante entrevista ao lado do craque argentino Maradona, que visita o país.

Ele afirmou que as acusações da Colômbia eram uma "agressão" inspirada pelos Estados Unidos e afirmou que estava ordenando "um alerta máximo" ao longo da fronteira de seu país com sua vizinha andina.

"(O presidente da Colômbia, Álvaro) Uribe é um doente e está cheio de ódio. Alerto à comunidade internacional que nós não aceitaremos nenhum tipo de agressão nem de violações à nossa soberania ... eu teria que ir chorando para uma guerra na Colômbia, mas teria que ir", alertou.

Pouco depois, o ministro de Relações Exteriores venezuelano, Nicolás Maduro, deu 72 horas a diplomatas colombianos para abandonarem o país.

OEA
O secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, pediu aos dois países que "acalmem os espíritos". Ele disse que Bogotá e Caracas podem superar mais uma crise e ofereceu os serviços da sua organização para as negociações.

O motivo imediato do rompimento, segundo Chávez, foi a atitude da diplomacia colombiana durante reunião extraordinária na OEA. A Colômbia. denunciou a presença na Venezuela de 1.500 guerrilheiros e dezenas de acampamentos, o embaixador colombiano Luis Hoyos pediu "a constituição de uma comissão internacional para visitar esses sítios", onde estariam os rebeldes.

A comissão seria integrada por representantes da ONU, dos países membros da Organização de Estados Americanos (OEA) e da imprensa.

Hoyos afirmou que a Venezuela não deveria questionar a comissão, já que afirma que as denúncias "são mentirosas e fazem parte de uma montagem"

Segundo o representante colombiano, há uma certa urgência em relação aos trabalhos dessa comissão, pelo que deveria ser constituída nos próximos 30 dias, para evitar que guerrilheiros das Farc e do ELN desativem os acampamentos.

O embaixador da Venezuela, Roy Chaderton, rejeitou a possibilidade de criação dessa comissão.

"Seria aberto um precedente curioso (...), pelo que passaríamos a nos dedicar a visitar cada um dos países vizinhos para nos pronunciarmos sobre problemas de ordem interna", disse Chaderton.

Segundo o representante da Colômbia na Organização dos Estados Americanos (OEA), grupos guerrilheiros estão "consolidados" e "ativos" em território venezuelano

Durante reunião do organismo, em Washington, o representante colombiano na OEA, Luis Hoyos, denunciou a "presença consolidada, ativa e crescente destes grupos terroristas no país irmão da Venezuela".

Hoyos apresentou nesta quinta-feira ao organismo continental um extenso dossiê com "coordenadas precisas, dados muito contundentes" que provariam a presença de grupos guerrilheiros colombianos na Venezuela.

Após o anúncio de Chávez, Hoyos qualificou de "errônea" a decisão e partiu para a ironia.

"A Venezuela deveria "romper relações com os grupos criminosos", disse Hoyos.

O embaixador colombiano lamentou que o país "prefira aderir ao expediente de insultar, romper ligações com um governo constituído".

Embaixadores
A Colômbia chamou de volta seu embaixador na Venezuela nesta quinta, depois que Chávez convocou o embaixador venezuelano em Bogotá para consultas na noite de quarta-feira.

As relações entre Chávez e o governo conservador de Álvaro Uribe deterioraram nos últimos dois anos.

As últimas acusações colombianas dificultaram ainda mais as relações já prejudicadas em um acordo de 2009 que permitiu que as forças norte-americanas usem as bases militares colombianas para operações antidrogas.

Chávez afirma que o acordo militar ameaça seu país e poderia ser o precursor de uma invasão norte-americana.

A Colômbia é o principal aliado militar dos EUA na América do Sul e recebeu bilhões de dólares em assistência dos EUA para combater os rebeldes, financiados em boa parte pelo tráfico de cocaína.

Um comentário:

  1. Lula dá mostras de que pretende ser como Chávez, um tirano que, historicamente, defende o poder conquistado pela manipulação do povo – lá, pelo apoio militar, enquanto cá, pela incessante luta a transformar o Brasil em uma imensa favela dependente dos “cumpanheros” (SIC), privilegiados por um pseudo-líder despreparado, arrogante e prepotente – como se legítimo fosse e infindável devesse ser.
    Lamento que os beneficiados pelas fornidas Bolsas assistencialistas não percebam do que essa gente é capaz para se perpetuar no poder, o que eles representam.
    Mais grave, penso, o “Bolsa Ditadura”, cujos beneficiados têm a exata noção do que importa este círculo vicioso.
    Lula, que chega a defender abertamente os regimes de Fidel, Chávez e Morales como ideais para nosso país, usa a massa de ignorantes para manter vivo este regime autoritário e incoerente do PT, chamando-o de “democrático”.
    Como bem diz o jurista Ives Gandra em uma de suas obras, o despreparado, vê, no exercício do poder, uma conquista pessoal que lhe dá todos os direitos. Não gosta que lhe lancem no rosto o seu despreparo. Assim, quando isto ocorre, sua reação é quase sempre truculenta. É que, nas poucas oportunidades em que procura fazer uma auto-análise – alguns a fazem – percebe que, efetivamente, sua ignorância é enciclopédica.
    Até quando a Justiça - um dos pilares da Democracia - permitirá que Lula teste os limites da lei?
    Quero Ordem e Progresso!

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